quinta-feira, 23 de maio de 2019

“Livro Plantas do Algarve, uma selecção”


Livro mostra seleção de plantas do Algarve

Houve direito a um passeio, após a apresentação do livro
O “Livro Plantas do Algarve, uma selecção” foi apresentado este domingo, 19 de Maio, na Escola Primária do Serominheiro, em Aljezur. 
Esta é uma obra que conta com a participação de Leonor Morais, Susana de Medeiros, Manuela Caneco e Milita Doré como ilustradoras e Reinhold Spielberger e S. Medeiros como fotógrafos.
O projeto gráfico foi desenhado por Susana de Medeiros.
Depois da apresentação do livro, que é editado pela Tertúlia Associação Socio-cultural, de Aljezur, houve direito a um passeio, de cerca de 70 minutos, em que Manuela Caneco apresentou aos participantes várias plantas selvagens comestíveis existentes nesta época do ano.
Para mais informações, pode contactar o e-mail tertulia.associacao@gmail.com

Passeio de Bicicletas + Leituras Encenadas | 2 Jun 2019


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Conversas sobre Cinema | Novembro e Dezembro 2018


Fio da Memória #3 | Construir













Ciclo Linhas Cruzadas
Fio da memória #3 Construir
Ermida de N. Sra. de Guadalupe
Com Susana de Medeiros (artista plástica) e Raquel Morais (arquiteta)
27 de Outubro 2018
Início – 10h30

Uma linha do tempo sobre o território, sobre o espaço habitado.
No passado dia 27 de Outubro teve lugar uma conversa (apresentação) com a participação da artista plástica Susana de Medeiros e a arquiteta Raquel Morais sobre a utilização
da cana na arquitetura vernácula, a configuração de diferentes tipos de habitações
no Algarve ue utilizavam este tipo de material de construção, e, ainda, sobre a
utilização da cana nas hortas e na cestaria. O público interviu com diferentes
perguntas e comentários.
De seguida, após esta conversa, partindo de uma seleção de plantas de edifícios
públicos e monumentos do Algarve, resultante de um trabalho prévio de pesquisa, o
público foi convidado a transformar estes desenhos, que são uma construção abstrata
do espaço habitado e vivido com os sentidos, numa escultura – feita com canas e
diferentes fios (podemos, também, falar, de um desenho tridimensional).
Mediante exemplificação os participantes começaram a montar as canas em formas
bastante diferenciadas, umas mais tridimensionais que outras.
As diferentes esculturas foram, depois de terminadas, penduradas numa estrutura
de madeira paralelepípeda formando, no seu conjunto, uma escultura coletiva.
Esta estrutura pretendia ser uma outra «habitação» dentro da existente